É provável que já nesta semana começa uma auditoria nas contas do Banco de Brasília (BRB), segundo determinou o governador Ibaneis Rocha (MDB). O levantamento interno deverá colaborar com as investigações da Polícia Federal que apura desvios de empréstimos para pagamento de propina na administração passado. O valor chegaria a R$ 40 milhões.
Na equipe do governador, comenta-se que a ideia é dar maior transparência e evitar impacto negativos ao banco no mercado. A auditoria foi acertada com o presidente da instituição Paulo Henrique Costa. Segundo a assessoria do GDF, o resultado da auditoria também deverá ser aproveitada pelo o juiz Ricardo Augusto Soares Leite, da 10º Vara Federal, que determinou o cumprimento dos mandados judiciais na Operão Circus Maximus, realizada no final de janeiro.
Ibaneis garante que a substituição de diretores também permitir que o banco tenha instrumentos para se proteger de futuras fraudes. O banco criado em 1964 possui 3.280 empregados, 450 estagiários, 120 aprendizes e 705 terceirizados que trabalham em 122 pontos de atendimento. No primeiro trimestre de 2018, o BRB registrou lucro líquido de R$ 79,2 milhões.

