Ex-delegada do caso da 113 Sul terá prisão humanitária

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A ex-delegada de Polícia Civil do Distrito Federal, Martha Genry Vargas Borraz, vai cumprir prisão domiciliar humanitária, segundo decisão da juíza Leila Cury, da Vara de Execução Penal. Martha foi condenada a 16 anos de prisão por falsidade ideológica, fraude processual e tortura, e também por improbidade administrativa por atrapalhar as investigações do caso do triplo assassinato na 113 Sul.

Ela vai usar uma tornozeleira eletrônica para que possa cuidar do irmão João Batista Vargas Borraz portador de deficiência mental, de quem é curadora. Se as condições não forem cumprida, ela volta para o sistema prisional. Segundo prova documental, a ex-delegada sempre cuidou de seu irmão e, desde 14 de julho de 2006, tornou-se curadora dele, após falecimento de sua mãe.

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