Estudo divulgado pelo Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada) mostra que, em 12 anos, mantendo-se as regras previdenciárias atuais nas unidades de Federação, 52% do contingente de 456 mil militares estaduais entrará na inatividade.
A estimativa é de que, em 25 anos, o número de inativos deve dobrar, atingindo a marca de 500 mil militares. As contas do Ipea não levam em consideração o Distrito Federal, cuja folha de pagamento é de responsabilidade da União.
Os gastos com militares têm afetado as finanças estaduais basicamente por dois motivos. Primeiro, é uma categoria que tradicionalmente se aposenta mais cedo do que as demais. Segundo, a quantidade de militares inativos é crescente, e os salários são maiores do que o observado entre os trabalhadores ativos.
O Planalto prepara grande evento de lançamento da massiva campanha de publicidade da reforma da Previdência recém-aprovada por Bolsonaro. O ato está previsto para a semana do dia 12 de maio. (Com agências de notícias)

