Bolsonaro diz a Sílvio Santos que reforma será para os pobres

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O presidente da República, Jair Bolsonaro, afastou qualquer possibilidade de fazer uma regulamentação da mídia no país. Ele, inclusive, citou as redes sociais como veículo de mídia excluído de possibilidade de regulação. “Em meu governo a chama da democracia será mantida sem qualquer regulamentação da mídia, aí incluída as sociais”, disse o presidente em sua conta no Twitter.

Bolsonaro deve rever sua decisão de cancelar viagem que faria aos Estados Unidos neste mês, onde seria homenageado como “Personalidade do Ano de 2019” pela Câmara de Comércio Brasil-EUA. “Eu vou para os Estados Unidos. Eu vou para os Estados Unidos.”. O G1 procurou explicações ao Palácio do Planalto que ainda não respondeu ao portal.

Ele disse que vai assinar amanhã, às 19 horas, decreto que flexibiliza o uso de armas para caçadores, atiradores e colecionadores de armas de fogo, designados como CAC. “Vai poder transportar arma municiada. Quebrar o monopólio também”, disse.

Na entrevista ao apresentador Sílvio Santos, levada ao ar ontem a noite, o proprietário do SBT e o presidente divergiram a respeito da flexibilização da legislação que trata do porte de armas. “Esse negócio de arma de fogo não pode aprovar. […] Aí é faroeste”, disse. Bolsonaro respondeu lembrando a Silvio Santos que ele frequenta os Estados Unidos, onde a legislação é mais liberal neste ponto.

O presidente falou ainda sobre a reforma da Previdência. Afirmou que a reforma “é para ajudar o pobre”, citou o envelhecimento da população e as dificuldades de Estados como o Rio de Janeiro no qual houve dificuldade para pagamento de servidores públicos ainda em atividade. Foi referendado pelo apresentador que citou como risco em caso de fracasso da reforma a “volta da inflação”. (Com agências de notícias)

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