Crise na saúde provoca uma nova força-tarefa no DF

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A situação caótica da saúde pública não é nenhuma novidade para o brasiliense. Em janeiro, o governador Ibaneis Rocha (MDB) decretou estado de emergência no sistema, mas cinco meses depois as condições de hospitais e das Unidades de Pronto Atendimento estão piores. Foi criado o Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (Iges-DF) para ampliar o que fazia o Instituto Hospital de Base, mas poucos avanços foram registrados.

Diante de tantas queixas, novamente o Ministério Público do Distrito Federal resolver reagir e estimulou a criação de uma nova força-tarefa da saúde para fiscalizar o abastecimento de insumos, medicamentos, equipamentos, estrutura e força de trabalho.

O MPF informou agora à tarde que como primeira ação, cerca de 50 integrantes da força-tarefa fizeram uma visita surpresa ao Hospital Regional de Ceilândia, onde foi constatada a superlotação. Essa é a terceira força-tarefa que reúne todas essas instituições para fazer um retrato do SUS no DF. O resultado gerou a segunda força-tarefa em 2017.

Integram esta força-tarefa o Conselho de Saúde do DF, os Conselhos Regionais de Medicina, Enfermagem, Odontologia, Farmácia, Engenharia e Agronomia, além dos Sindicatos dos Médicos, dos Odontologistas e dos Enfermeiros e a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB).

 

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