O número de brasileiros que embarcaram para fazer o intercâmbio no exterior cresceu 20,46%, em 2018 – de 302 mil, em 2017, para 365 mil no ano passado, segundo a Associação Brasileira de Agências de Intercâmbio.
Em outra pesquisa – desta vez realizada pela Belta – Brazilian Educational & Language Travel Association – concluiu que a procura por pacotes de intercâmbios que combinam estudo e uma experiência profissional no exterior só fica atrás dos cursos focados no aprimoramento da língua.
Países de língua inglesa como a Irlanda, Austrália, Nova Zelândia, Arábia Saudita e Malta são os destinos que permitem que brasileiros estudem no exterior com a permissão de trabalho temporário. A duração varia de acordo com cada destino. Canadá é destino de intercâmbio mais vendido por agências e também os mais desejado entre brasileiros que querem estudar no exterior, segundo a Belta.
“Esse aumento na demanda só mostra o quanto o brasileiro está preocupado em investir numa educação internacional. A possibilidade de estudar e trabalhar em outro país gera amadurecimento pessoal, profissional e agrega valor ao currículo no mercado de trabalho”, explica o diretor da IE Intercâmbio, Marcelo Melo. A IE é uma das maiores redes de intercâmbio cultural do Brasil.
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