Dois servidores de carreira, um do Tribunal de Contas da União, e outro do Senado Federal são suspeitos de vender uma espécie de maconha gourmet, que é 40% mais potente que a comum. O auditor do TCU foi preso hoje pela manhã pela Polícia Civil do Distrito Federal, mas o analista do Senado Federal ainda não foi localizado. Os nomes dos envolvidos não foram divulgados.
Na cobertura do auditor, os agentes policiais encontraram 30 vasos com a maconha, além de balança de precisão, ferramentas e material químico. O produto era plantado e balanceado na casa e depois vendido provavelmente para funcionários do Senado, do TCU e talvez para outros funcionários de alto padrão aquisitivo, segundo informou a polícia.
Como a maconha era especial, o valor estava muito acima do que é praticado no mercado. Os dois servidores que eram sócios no empreendimento irão responder a um processo por tráfico e associação ao tráfico. E devem responder a um processo administrativo nas repartições a que pertencem. Eles podem perder o emprego.
















