A justiça do Distrito Federal manteve a pena de 12 anos por homicídio do ex-dono da Gol Linhas Aéreas, Constantino de Oliveira, o Nenê Constantino. A defesa tinha recorrido da sentença do juiz juiz João Marcos Guimarães Silva do tribunal do júri de Taguatinga, mas a 3ª Turma Criminal do Tribunal de Justiça do Distrito Federal negou por unanimidade o provimento do recurso.
O empresário e mais dois acusados teriam contratado um menor para executar as vítimas que ocupavam irregularmente um imóvel de propriedade de Constantino. No mesmo caso foram condenados Vanderlei Batista a 17 anos e seis meses e João Miranda, condenado a 15 anos. O júri popular concluiu que o ex-dono da Gol encomendou o assassinato do líder comunitário Márcio Brito em 2001.


























