De R$ 15.193,35 previstos para as verbas indenizatórias para atividades parlamentares, a suplente Kelly Bolsonaro (Patriotas), gastou R$ 7,7 mil em 27 dias. Ela assumiu o mandato no dia 28 de maio e naquele mês, apresentou notas que totalizaram R$ 2,1 mil. Em junho, foram mais R$ 5,6 mil.
Ela exerceu o mandato parlamentar quando o titular Daniel Donizet (PSDB) assumiu pelo mesmo período a administração regional do Gama. Em junho, Donizet gastou R$ 3,9 mil. Em maio, Donizet apresentou notas fiscais para ressarcimento que totalizaram R$ 8,2 mil.
O campeão de gastos entre janeiro e junho, na média, foi o distrital Rogério Negreiros (PSD), que pode perder o mandato por conta de fraudes na folha de presença da Câmara Legislativa. Segundo o demonstrativo da Câmara Legislativa, nesse tempo os distritais gastaram cerca de R$ 626,8 mil com verbas indenizatórias. O mês com o maior gasto foi abril, com R$ 138,6 mil. O menor, foi janeiro com R$ 56,2 mil.
A maior parte do dinheiro gasto de Kelly Bolsonaro foi com o pagamento de aluguel de um carro de luxo estilizado. Num relatório disponibilizado pela Câmara Legislativa, esse valor foi de R$ 2,5 mil, além de R$ 681 com o combustível.
Em janeiro, Negreiros gastou da verba indenizatória R$ 9,4 mil. O segundo maior gastador do mês foi Rafael Prudente (MDB), com R$ 6,7 mil. Em fevereiro, Jorge Viana (Podemos) foi o campeão, com gastos de R$ 13,1 mil. Rogério Negreiros levou a prata, com R$ 10,3 mil. No mês seguinte, Rodrigo Delmasso foi o campeão, com R$ 11,7 mil, seguido de perto por Roosevelt Vilela (PSB), com R$ 11,4 mil. Depois vem Rogério Negreiros, com R$ 10,6 mil.
No mês de abril, Negreiros pega a medalha de prata nos gastos. Foram R$ 12,1 mil. Delmasso leva o ouro, com R$ 14,9 mil. Em maio, aparece Chico Vigilante (PT) em primeiro. Gastou R$ 12,6 mil, seguido de Jaqueline Silva, com R$ 12,1 mil, Delmasso, com R$ 11,7 mil e Rogério Negreiros, com R$ 11,02 mil. Em junho, o campeão foi Jorge Viana, com R$ 15,0 mil. É seguido por Vigilante, com R$ 12,4 mil, e Rodrigo Delmasso (PRB), com R$ 11,7.
Em junho, Negreiros não apresentou notas fiscais, porque até o fechamento do demonstrativo consolidado (07/08/2019) não foram computados valores alusivos as verbas indenizatórias.
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