O professor Rafael Parente disse há pouco que soube pela Imprensa da sua demissão, na noite passada, da Secretaria da Educação do Distrito Federal. Ele disse que conversou com o governador Ibaneis Rocha (MDB), ontem, sobre a militarização das escolas (ou gestão compartilhada), quando disse que não seria conveniente impor o modelo cívico-militar em duas escolas que rejeitaram o sistema numa consulta realizada no sábado.
Depois da reunião, o então secretário não teria mais falado com Ibaneis. Posteriormente, soube por jornalistas da sua exoneração, segundo comentou numa entrevista ao vivo à Rádio CBN. Nessa conversa com o programa da emissora, avaliou que a gestão na Educação é “muito bem avaliado”. E disse que já recebeu convites de trabalho, inclusive da educadora Cláudia Costin para um projeto que envolve a Fundação Getúlio Vargas.
O substituto de Rafael Parente será o secretário do Trabalho, João Pedro Ferraz. Ele foi candidato ao Senado nas eleições passadas. O Palácio do Buriti ainda não oficializou a exoneração do ex-secretário ou a indicação de Ferraz para o lugar de Parente.


























