O deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) disse ao programa Brasil Urgente, da TV Band, ter sido “infeliz” quando defendeu a volta do AI-5.
“Eu talvez tenha sido infeliz em falar no AI-5, porque não existe qualquer possibilidade de retorno do AI-5, mas, nesse cenário [de manifestações como no Chile], o governo tem que tomar as rédeas da situação. Não pode, simplesmente, ficar refém de grupos organizados para promover o retorno. […] Não convém a mim a radicalização”, afirmou, segundo registrou o Conversa Afiada.
Ele se disse, ainda, “a favor de manifestações, independentemente de elas serem a favor ou contra o governo de Jair Bolsonaro, desde que sejam pacíficas”. Projetou também que “a esquerda vai utilizar essa minha fala para me pintar como ditador”.
Para punir o que ele entende como “radicalização da esquerda“, sugeriu: “Uma criminalização, com regime fechado, para quem venha a tocar fogo em ônibus, para que essa pessoa não saia para a sociedade tão facilmente e volte a tocar fogo em outros ônibus”.


