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Grupos se comunicavam entre si para praticar ilegalidades na companhia de energia do Distrito Federal. Em alguns momentos, havia até mesmo uma concorrência entre os grupos criminosos na prática de delito dentro da CEB. Foi o que explicou o delegado e coordenador da Cecor/PCDF, Leonardo de Castro. Veja mais informações nestes dois textos.
Operação investiga desvios de R$ 600 milhões


