Página virada

Lula e Graziano
Lula em encontro com José Graziano na terça-feira/Ricardo Stucker/Divulgação
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O Lula da Silva deveria ser uma página virada no Brasil. Ele roubou o dinheiro do país e ofereceu migalhas aos pobres, para que se sentissem assistidos. Nosso sistema de saúde piorou, a rede de saneamento básico decresceu, as universidades se tornaram currais ideológicos, doenças já erradicadas voltaram a acometer os cidadãos. Estatais como a Petrobras e os Correios experimentaram o ponto mais baixo de suas existências. Não houve investimento em infraestrutura.

Por outro lado, um complexo sistema de corrupção, sistemático e endêmico às relações do PT com empresas que firmavam contratos com o governo, foi descortinando pela Operação Lava Jato. Estima-se que oito trilhões de reais foram movimentados na corrupção investigada pela força-tarefa montada a partir de 2009.

Isso tudo foi visto, ouvido, lido e assistido pelo povo brasileiro ao longo de mais de uma década, praticamente desde que estourou o escândalo do mensalão. É difícil encontrar um brasileiro que não tenha o mínimo conhecimento dos fatos.

O que Lula festeja, na saída da prisão, não é sua inocência, mas seu enterro político. Somente uns poucos, fracos o bastante para ainda serem manipuláveis ou canalhas o suficiente para tentarem manter a farsa, entram em campo para defendê-lo.

Lula sempre foi um grande farsante e esta é mais uma de suas atuações. Seu personagem, neste momento, é o do “ex-preso-político-cheio-de-dignidade-que-vai-lutar-pelo-país”. Ele acha que ainda consegue enganar alguém, mas é uma página virada de um livro velho.

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