O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, afirmou neste domingo que foi decretada ordem de prisão de todos os envolvidos do que chamou de “operação terrorista”, que inclui líderes da oposição, como Juan Guaidó e Leopoldo López, sem no entanto, revelar se ambos estão na mira da justiça.
Embora tenha evitado falar diretamente dos acusados, Maduro disparou contra o ex-prefeito de Chacao de Caracas, que foi preso em 2014, durante protestos no país, e foi libertado mais de três anos depois.
“Leopoldo López é um monstro fascista, psicopata, que nos últimos 20 anos sempre esteve por trás de todos os atos golpistas e violentos. Ele tem violência no sangue, é um doente mental da violência e é também um ladrão”, atacou o presidente eleito. Maduro garantiu que a conspiração que afirma ter desmantelado tem por trás o “subordinado” de López, Juan Guaidó, assim como o governo dos Estados Unidos.
A suposta ação foi revelada ontem pelo ministro da Comunicação, Jorge Rodríguez. Segundo ele, as forças de segurança locais desarticularam um plano terrorista de López, que atualmente está na qualidade de hóspede na casa do embaixador da Espanha em Caracas, Guaidó e do presidente da Colômbia, Iván Duque.














