Justiça bloqueia bens de investigados do Mané Garrincha

Estádio Nacional Mané Garrincha
O hospital de retaguarda ficará dentro do estádio e não no gramado, como no Pacaembu/Arquivo
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Agentes públicos e executivos da Via Engenharia e da Andrade Gutierrez envolvidos na construção do Estádio Nacional Mané Garrincha tiveram seus bens bloqueados pela justiça federal, segundo foi informado nesta manhã. O valor chega a R$ 17,2 milhões.

Foram bloqueados os bens de Maruska Lima, ex-presidente da Terracap, de Nilson Martorelli, ex-presidente da Novacap, dos engenheiros civis Alberto Nolli Teixeira e Pedro Afonso Almeida e do sócio-administrador da Via Engenharia Fernando Queiroz, além da própria empresa.

Eles seriam responsáveis por provocar prejuízos de R$ 47 milhões aos cofres públicos. A TV Globo e o G1 Brasília informaram que este valor é de 2010. A licitação da arena foi direcionada e prorrogada, em troca de pagamento de propina.

Este processo corre simultaneamente com outro, que apura o envolvimento do núcleo político nas fraudes. Entre os acusados de enriquecimento ilícito estão o ex-governador Agnelo Queiroz (PT) e o ex-vice-governador Tadeu Filippelli. Eles também foram alvo de bloqueio de bens. Ambos negam as acusações.

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