Durante o dia o site recebeu diversas reclamações sobre suposta ordem de reter o valor do “coronavoucher” em contas inadimplentes. As denúncias aconteceram por conta de uma mensagem que dizia o seguinte: “Caso exista saldo negativo ou débito programado nesta conta, o lançamento do auxílio pode ser utilizado para quitação”.
As mensagens seriam de links falsos, que têm por finalidade roubar dados e o dinheiro dos beneficiários.
Veja os links verdadeiros para o cadastramento do auxílio emergencial de R$ 600 – #COMPARTILHE
A mensagem contraria o que disse pela manhã, o ministro da Cidadania, Onyx Lorenzoni. Ele afirmou que foi fechado um acordo com a Federação dos Bancos (Febraban) para que débitos eventuais não sejam descontados do valor de R$ 600, a serem pagos em três etapas nos próximos 90 dias. No final da tarde, a pedido do Misto Brasília, a Febraban negou em nota que os bancos irão reter o dinheiro de clientes inadimplentes e que sejam beneficiados pelo auxílio emergencial.
Veja a nota
Os recursos referentes ao auxílio emergencial de R$ 600, a ser pago para trabalhadores informais, autônomos e desempregados, serão transferidos pela Caixa para uma conta indicada pelo beneficiário.
A FEBRABAN e seus bancos associados firmaram um acordo com o governo para que não sejam cobradas tarifas de DOC ou TED sobre essa transferência.
Além disso, as instituições financeiras colocarão esses valores em uma conta separada da conta principal do beneficiário, mas vinculada a ela. Assim, os recursos poderão ser movimentados usando os mesmos cartão e senha da conta principal, sem que haja risco de que sejam realizados débitos indevidos sobre o valor do auxílio emergencial.
Abraços.
Arthur Chioramital
Diretoria de Comunicação
55 11 3244-9942 | 3186-9942
FEBRABAN | Federação Brasileira de Bancos
A falsa informação



