Vendas no varejo tem alta em fevereiro, mas sem impacto do coronavírus

Comércio emprego
Microempreendedores estão mais otimistas com a economia/Arquivo
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As vendas no varejo brasileiro avançaram 1,2% em fevereiro na comparação com o mês anterior e subiram 4,7% sobre um ano antes, informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta terça-feira. A expectativa em pesquisa da Reuters era de queda de 0,3% na comparação mensal e alta de 2,10% sobre um ano antes.

Já no acumulado do primeiro bimestre de 2020 frente ao igual período de 2019, o varejo avançou 3%. Para o analista da pesquisa Cristiano Santos, o bimestre positivo com ao ano passado é uma continuidade à trajetória de recuperação, com taxa de crescimento em patamares similares aos últimos três bimestres de 2019 (2,8%, 3,3% e 2,8, respectivamente). “Esses números podem estar ligados à expansão do crédito e às quedas de taxas de juros que acontecem desde o segundo semestre do ano passado”, explica.

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Dentre as oito atividades pesquisadas, cinco contribuíram para a alta, com destaque para hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (1,5%), móveis e eletrodomésticos (1,6%) e artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos (0,6%). Tecidos, vestuário e calçados (1,6%) e outros artigos de uso pessoal e doméstico (1,5%) foram as outras atividades que apresentaram aumento frente a janeiro.

Já livros, jornais, revistas e papelaria (-3,8%), equipamentos e material para escritório, informática e comunicação (-1,1%) e combustíveis e lubrificantes (-0,6%) tiveram queda em comparação com janeiro, impedindo um crescimento maior.

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