O mês do Ramadã começou nesta sexta-feira (24) com os locais sagrados para os muçulmanos na Arábia Saudita e em Jerusalém fechados para os fiéis. A medida sem precedentes foi ordenada pelas autoridades em razão da pandemia de covid-19.
Em uma rara ocorrência nos 1,4 mil anos de história do Islamismo, a Grande Mesquita em Meca e a Mesquita do Profeta em Medina – os dois locais mais sagrados para os muçulmanos – permanecerão fechados ao público durante o período de jejum.
Durante o mês sagrado do Ramadã, muçulmanos em todo o mundo realizam o jejum diário até o pôr do sol, quando, normalmente, se dirigem às mesquitas. Este ano, porém, a pandemia resultou em proibições a aglomerações em locais religiosos e públicos onde ocorrem as tradicionais ceias que encerram o jejum no início da noite. As orações na mesquita de Meca na primeira noite do Ramadã estão restritas aos clérigos, pessoal de segurança e limpeza, mas serão transmitidas ao vivo pela televisão. (Da DW)
PARTICIPAÇÃO DO LEITOR
Participe desta discussão
Compartilhe sua opinião sobre este assunto. As participações passam por análise editorial antes de qualquer utilização no site.






















