Isolamento geográfico deixa ilhas do Pacífico sem o coronavírus

Palau arquipélago
Arquipélago de Palau, no Oceano Pacífico, é um dos 15 países sem coronavírus/Arquivo/Epoch Times
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O novo coronavírus se espalhou rápida e sorrateiramente por praticamente todos os cantos do planeta, matando mais de 319 mil pessoas até esta terça-feira (19) e forçando outras dezenas de milhões a se refugiarem no isolamento. Mas um punhado de nações foi poupado da crise ‒ e, em sua maioria, são pequenos postos avançados, relativamente subdesenvolvidos, espalhados pelo Oceano Pacífico.

Apenas 15 nações não aparecem na lista da Organização Mundial da Saúde (OMS) de países sem nenhum caso relatado do coronavírus, que já infectou mais de 4,8 milhões de pessoas em todo o mundo. No entanto, é preciso questionar a precisão dos dados de pelo menos três desses países: Coreia do Norte, Lesoto e Turcomenistão, todos fazendo fronteira com países com casos confirmados e altas taxas de mortalidade.

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Junto a uma resposta rápida nos estágios iniciais da pandemia, a distância física entre as nações insulares do Pacífico parece ter isolado da crise países como Palau, Tuvalu, Ilhas Marshall, Estados Federados da Micronésia, Kiribati, Nauru, Ilhas Salomão, Tonga e Vanuatu.

“Existem várias razões pelas quais esses Estados foram capazes de evitar infecções, mas a principal é simplesmente o fato de serem abençoados pelo isolamento geográfico“, diz Sheldon Yett, representante do Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) em 14 países ao longo do Pacífico. (Da DW)

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