A agência que regula a aviação na China anunciou nesta quinta-feira (04) que um número maior de empresas aéreas estrangeiras poderá realizar voos para o país, após o relaxamento de restrições impostas pela pandemia de Covid-19. O anúncio foi feito após o governo dos Estados Unidos anunciar que iria impedir quatro companhias aéreas chinesas de voarem para o país, após Pequim não permitir que as americanas Delta e United Airlines retomassem os voos para a China.
Após a imposição, em março, de restrições ao tráfego aéreo na China, as empresas que operavam voos para o país tiveram permissão para fazê-lo apenas uma vez por semana. Antes mesmo dessa decisão, a Delta e a United suspenderam as viagens para o território chinês e, recentemente, pediram permissão para retomar os voos.
A Administração de Aviação Civil da China informou que as empresas que não estão relacionadas na lista de março também poderão realizar um voo por semana a partir da próxima segunda-feira, 8 de junho. Ao todo, 95 empresas que tiveram os voos suspensos poderão se registrar para reiniciar os trajetos.
Todas as empresas estrangeiras autorizadas a operar na China poderão futuramente aumentar seus voos para até dois por semana, se nenhum caso de Covid-19 for detectado nos passageiros ao longo de três semanas. As rotas nas quais a partir de cinco passageiros forem diagnosticados com o coronavírus serão suspensas por uma semana. (Da DW)
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