Sara vai para o presídio e Weintraub fica no inquérito

Sara Winter direita
Sara Winter terá que cumprir uma série de obrigações, como usar a tornozeleira eletrônica/Reprodução vídeo
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Os ministros tomaram duas decisões hoje (17) que envolvem personagens investigados no âmbito do inquérito da fake news e dos ataques ao Supremo Tribunal Federal. A primeira, foi transferir para presídio feminino do Distrito Federal a porta-voz do 300 de Brasília, Sara Winter, batizada Sara Geromini.

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Ela foi presa no início da semana pela Polícia Federal por ordem do ministro Alexandre de Moraes. A mulher está sendo investigada dentro da Operação Lumus. No depoimento que deu à Polícia Federal, Sara ficou em silêncio. De acordo com a defesa, ela teria agido “pelo calor do momento” ao ameaçar o ministro num vídeo compartilhado nas redes sociais.

A segunda decisão do STF ocorreu pelo colegiado. Por 9 votos a 1, o plenário virtual rejeitou o pedido para que o ministro da Educação, Abraham Weintraub, fosse retirado do inquérito das fake news.

Weintraub foi incluído no inquérito após divulgação de vídeo de reunião ministerial do dia 22 de abril ser divulgado. Na reunião, ele disse que “botava esses vagabundos todos na cadeia, começando no STF”.

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