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Ex-governador Agnelo é alvo de nova operação policial nesta manhã

Agnelo Queiroz ex-governador do DF Misto Brasília

Ex-governador Agnelo Queiroz já foi condenado em mais uma ação pública/Arquivo

O ex-governador do Distrito Federal, Agnelo Queiroz (PT), é alvo novamente de uma operação policial nesta manhã realizada pela Polícia Civil e Ministério Público do DF. O petista é acusado de receber 10% de propina num contrato que assinou com uma empresa. O valor desse contrato é de R$ 4,6 milhões. Última atualização às 08h28

Estão sendo cumpridos 13 mandados judiciais. Foi apreendido um malote de dinheiro, cujo valor ainda não foi contabilizado. O contrato investigado  envolve também o ex-secretário da Saúde Rafael Barbosa, que teriam recebido 10% do valor na contratação de leitos hospitalares.

Durante as buscas nesta manhã, segundo o G1, houve a apreensão de uma mala de dinheiro, com notas em real e dólar. Ela estava em endereço ligado à Adriana Aparecida Zanini, vice-presidente do Instituto Brasília Para o Bem-Estar do Servidor Público (Ibesp), para onde os valores teriam sido transferidos.

Os mandados foram expedidos pela 1ª Vara Criminal de Brasília, após informações fornecidas em uma delação premiada, que sugeriu a existência de um contrato fictício de publicidade, assinado entre a secretaria de Saúde e o Instituto Brasília para o Bem Estar do Servidor Público (IBESP), administrado por Luiz Carlos do Carmo, que também é investigado. A empresa teria sido contratada pela secretaria após o pagamento da propina.

A CNN Brasil informou que a operação Alto Escalão é um desdobramento da operação Checkout, também conduzida pelo Gaeco, que resultou na denúncia contra servidores da pasta da Saúde, lotados Gerência de Hotelaria, por recebimento de vantagens como passagens aéreas e pacotes de viagem em troca de favorecimento à empresa vencedora.

Foto divulgada pelo MPDF

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