STF vai decidir sobre a liberdade dos presos da Operação Falso Positivo

CDP DF
Presos contaminados pela Covid-19 no DF estão detidos neste centro de detenção/Arquivo
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A ministra do Supremo Tribunal Federal, Cármen Lúcia, deverá decidir nos próximos dias sobre o pedido de liberdade feito pela defesa dos presos da Operação Falso Positivo, entre eles, o secretário da Saúde afastado Francisco Araújo. O grupo tentou obter habeas corpus no Superior Tribunal de Justiça, mas apenas o subsecretário de Vigilância à Saúde, Eduardo Hage Carmo, obteve a liberdade vigiada.

Ontem à tarde, cinco presos com a prisão temporária decretaria, foram transferidos para o Centro de Detenção Provisória II. Eles ficarão isolados por 14 dias para evitar a infecção pelo novo coronavírus. Está desaparecido o subsecretário de Administração Geral da Secretaria da Saúde, Iuohan Andrade Struck.

Estão presos, além do secretário, o secretário adjunto de Assistência à Saúde, Eduardo Hage Carmo, subsecretário de Vigilância à Saúde, Eduardo Seara Machado Pojo do Rego, secretário adjunto de Gestão em Saúde; Jorge Antônio Chamon Júnior, diretor do Laboratório Central (Lacen); e Ramon Santana Lopes Azevedo, assessor especial da Secretaria de Saúde. Todos foram afastados dos seus cargos, mas não foram exonerados até agora.

Hoje, as lideranças partidárias da Câmara Legislativa do DF definem sobre a criação e instalação da CPI da Pandemia, que já tem 13 assinaturas. É provável que a comissão de investigação seja aprovada, mas a questão é a indicação dos membros. A base governista está se articulando para ter maioria, já que este caso prejudicou demais a imagem do Governo do Distrito Federal.

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