O mundo ultrapassou a marca de 900 mil mortes por Covid-19 na noite desta quarta-feira (09), de acordo com números da universidade americana Johns Hopkins. Um terço dos óbitos foi registrado na América Latina e no Caribe. Em números absolutos, os Estados Unidos são o país com mais mortes (190.872), seguido de Brasil (128.539) e Índia (75.062).
Em apenas 18 dias, foram registrados mais de 100 mil óbitos – no dia 22 de agosto, o mundo havia chegado aos 800 mil óbitos. No total, o mundo registra 27, 8 milhões de casos confirmados de Covid-19, a maior parte deles nos Estados Unidos (6.362.440).
Nesta quarta-feira, após seis dias, o Brasil voltou a registrar mais de mil mortes em 24 horas. O país não ficava tantos dias seguidos sem contabilizar mais de mil mortos desde maio. Segundo dados divulgados nesta quarta-feira pelo Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass) e pelo Ministério da Saúde, o Brasil registrou 35.816 casos confirmados de coronavírus e 1.075 mortes ligadas à doença em 24 horas.
A marca de 900 mil mortes por Covid-19 foi atingida no dia em que veio a público que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, sabia da gravidade da situação logo no começo da pandemia, mas optou por esconder a informação da população para não criar pânico. A revelação foi feita pelo jornalista americano Bob Woodward em seu novo livro, intitulado Rage, com lançamento previsto para 15 de setembro, e foi antecipada pelo jornal The Washington Post e pela emissora CNN. (Da DW)
