Caravanas de vários estados de trabalhadores dos Correios chegaram hoje (21), em Brasília, para acompanhar o julgamento do dissídio coletivo da categoria logo mais às 13 horas no Tribunal Superior do Trabalho (TST). Os grevistas fazem uma manifestação na frente do Ministério das Comunicações e depois seguem em passeata até a sede dos Correios e dali para o prédio do TST.
Os trabalhadores que estão em greve desde o dia 17 de agosto, também protestam contra o projeto de venda da empresa estatal, que vem sendo ventilada desde o governo do ex-presidente Michel Temer (MDB). Na semana passada, o governo de Jair Bolsonaro voltou a falar em privatização.
De acordo com a Federação Nacional dos Trabalhadores em Empresas dos Correios e Similares (Fentect), a greve foi deflagrada em protesto contra a proposta de privatização da estatal e pela manutenção de benefícios trabalhistas. Segundo a entidade, foram retiradas 70 cláusulas de direitos em relação ao acordo anterior, como questões envolvendo adicional de risco, licença-maternidade, indenização por morte e auxílio-creche, entre outros benefícios.



















