A entidade que vai organizar o 53º festival de Brasília do Cinema Brasileiro não possui telefone e o número anunciado é de uma assessoria contábil. O Instituto Eu Ligo vai receber R$ 1,5 milhão para preparar o evento que em grande parte será realizado virtualmente. O festival vai acontecer em dezembro próximo.
A empresa Agiliza – Assessoria Contábil recebe as ligações e anota os recados, mas os representantes pela organização civil (OSC) não dão expediente no local. O Misto Brasília deixou ontem (24) recado, mas até o fechamento do texto ainda não obteve retorno. O endereço que aparece na internet é de Vicente Pires (Rua 05, Chácara 117, lote 39). A entidade também não possui página eletrônica na internet. No sistema de buscas do Facebook também não foi possível localizar qualquer endereço da entidade na rede social.
O site pediu informações à Secretaria de Cultura e Economia Criativa sobre os responsáveis pelo Instituto Eu Ligo, mas a assessoria de imprensa encaminhou como resposta um texto que já tinha sido levado ao Correio Braziliense, mas sem identificar os nomes.
Na quinta-feira foi publicado no Diário Oficial do DF a homologação do resultado final da seleção. Segundo a Secretaria de Cultura e Economia Criativa, o Instituto está apto a apresentar o plano de trabalho e apresentou, antes do prazo final, a documentação exigida. A fase de recurso ocorreu de 8 a 14 de setembro. Segundo a pasta, nesse período, o Instituto Alvorada Brasil de Arte, Cultura, Comunicação e Cidadania e Instituto Cultural e Social Lumiart solicitaram à Secec todas as fichas de avaliações da comissão das oscs inscritas para comporem suas peças recursais.
A comissão de seleção que avaliou todos os itens previstos no edital foi formada por cinco servidores: Wanderlei José da Silva, coordenador de Audiovisual e presidente da comissão de seleção; Carla Nogueira de Queiroz, técnica de Atividades Culturais; Elizabeth Fernandes, chefe da Assessoria de Relações Institucionais; João Roberto de Oliveira moro, subsecretário de Fomento e Incentivo Cultural; e Solisângela Rocha dos Montes, chefe da Assessoria de Articulação de Política Cultural.
PARTICIPAÇÃO DO LEITOR
Participe desta discussão
Compartilhe sua opinião sobre este assunto. As participações passam por análise editorial antes de qualquer utilização no site.





















