Consumidor deixou de comprar remédio por falta de dinheiro

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Seminário vai discutir o uso de remédios sem prescrição médica/Arquivo
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Quase 60% das pessoas que responderam a uma pesquisa do Instituto Febrafar de Pesquisa e Educação Corporativa (Ifepec), para o Estudo do Mercado Sênior nas Farmácias, disseram que deixaram de comprar remédios por falta de dinheiro. Os medicamentos genéricos, por serem geralmente mais baratos, foram os produtos mais adquirido pelos consumidores, com 66%, seguido por medicamentos de marcas (42%) e não medicamentos (27%),

O levantamento divulgado hoje (04) também identificou que apenas 17% dos entrevistados afirmaram ter utilizado algum serviço farmacêuticos nos últimos 90 dias. E mesmo com a necessidade de isolamento social, 91% desses consumidores afirmaram que realizam compras de forma presencial. Já compras por WhatsApp ou APPs são utilizadas por 16% dos participantes, 14% usam telefones e apenas 4% sites.

A maioria (67%) costuma pagar os medicamentos que compram, prioritariamente. Já 29% retiram no SUS, posto de saúde ou Farmácia Popular e só para 4% os medicamentos são pagos por parentes. A pesquisa foi realizada com 2.200 consumidores.

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