Brasil finalmente terá um pacto nacional contra a pandemia

Coronavírus Covid-19
Sintomas da variante delta seriam diferentes das demais cepas/Arquivo/News Boston
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O presidente da República, Jair Bolsonaro (sem partido), e os presidentes da Câmara, deputado Arthur Lira (PP-AL), e do Senado, senador Rodrigo Pacheco (DEM-MG), informaram há pouco que houve um acordo para criação de um comitê nacional que enfrente com maior atenção a pandemia. ‘Essa união é um pacto nacional”, disse Pacheco. Esse entendimento ocorre apenas um ano do início da pandemia.

Ontem (23), o Brasil apresentou um novo recorde de mortes diárias por covid-19 desde o começo da epidemia. Em apenas 24 horas, foram registrados oficialmente 3.251 óbitos ligados à doença, segundo dados do Conselho Nacional de Secretários da Saúde (Conass). Com o novo balanço, o total de vítimas da doença se aproxima de 300 mil no Brasil, acumulando exatos 298.676 óbitos.

O Misto Brasília transmitiu ao vivo o pronunciamento feito há pouco

Medidas precisam ser urgentemente tomadas e com medidas técnicas e urgentes pelo Ministério da Saúde. Os Poderes precisam estar unidos neste momento nacional. Estamos desse propósito de colaboração nacional, Fica decidido a constituição de um grupo permanente de trabalho para definir as políticas nacionais uniformes, e as divergências devem ser redimidas”, disse Pacheco.

O presidente do Senado e do Congresso informou também que vai reunir os governadores dos estados e do Distrito Federal para ouvir as demandas de cada um. A reunião é necessária, já que os governadores que fazem oposição ao ;presidente Bolsonaro não participaram da reunião. Este encontro realizado hoje reuniu ministros e os presidentes dos três Poderes, incluindo o ministro Luiz Fux, do Supremo Tribunal Federal (STF).

Entre as estratégias imediatas que devem ser tomadas, está a ampliação de leitos, disponibilização de insumos e uma campanha nacional e efetiva imunização.

O presidente da Câmara, Arthur Lira, disse que é “a união de todos para que consigamos comunicar melhor e despolitizar a pandemia e tratarmos o problema como um problema nacional. Falarmos uma linguagem só, com uma comunicação adequada para que a população tenha uma atendimento adequado. Um único discurso com uma única orientação conduzida pelo Ministério da Saúde“. Ele adiantou também que hoje mesmo a Câmara pode acelerar a votação de projetos para ofertas de novos leitos.

O presidente do STF, Luiz Fux, comentou que não pode participar diretamente desse comitê, “mas vamos verificar estratégias capaz de evitar a judicialização que podem atrasar o trabalho de combate na pandemia”.

O governador de Goiás, ronaldo Caiado (DEM), que representou os governadores presentes na  reunião, afirmou que aquilo que foi proposto pelo presidente do Senado foi acolhido pelo presidente da República. ‘Diretrizes que devem ser adotadas pelos governadores e prefeitos. Foi construído um ponto de concórdia. As ações serão feitas dentro do campo diplomático para que outros países tenham a vacina e com os laboratórios. Temos hoje uma demanda de 8 bilhões de pessoas. Temos hoje a responsabilidade de salvar vidas.

No Ministério da Saúde será criada uma assessoria com técnicos e cientistas para prestar assistência à população. E se faz também necessária o isolamento social”. Estiveram presentes um governador de cada região do Brasil e todos aliados de Bolsonaro.

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