Considerando os imunizantes ainda são escassos para serem aplicados no mundo, e as remessas contratadas pelo governo brasileiro vêm sofrendo atrasos, o presidente da Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm) comentou as alternativas para alavancar vacinação no Brasil.
A professora da Universidade de Oxford e responsável pelos estudos clínicos da “vacina de Oxford” no Brasil, Sue Ann Costa Clemens, disse em entrevista à CNN Brasil no último domingo (02) que a produção nacional de insumos para a fabricação das vacinas contra a Covid-19 pode ser a forma que o país terá de conseguir imunizar sua população.
O médico e presidente da Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm), Juarez Cunha, em entrevista à Sputnik Brasil, afirmou que o lado positivo das perspectivas de vacinação é que o país tem contrato de transferência de tecnologia da vacina CoronaVac, com o Instituto Butantan, e da vacina Oxford/AstraZeneca, junto com a Fiocruz.
“Estes contratos preveem a transferência de tecnologia e isso possibilitará que o Brasil se torne autossuficiente na produção dessas vacinas”, afirmou Juarez Cunha.
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