Ontem (11), a Polícia Federal solicitou ao Supremo Tribunal Federal (STF) a abertura de inquérito para investigar suposto esquema de venda de sentenças judiciais envolvendo o ministro da Corte, Dias Toffoli. O pedido, que depende da autorização da Corte, é baseado em delação do ex-governador do Rio de Janeiro, Sergio Cabral.
Segundo ele, Toffoli teria recebido R$ 4 milhões para favorecer prefeitos da capital fluminense em processos no Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Os recursos teriam sido recebidos pelo escritório de advocacia da esposa do ministro, Roberta Rangel. Em nota, Toffoli negou irregularidades e afirmou desconhecer investigações contra ele.
O pedido de abertura de inquérito foi enviado pelo ministro do STF, Edson Fachin, à Procuradoria-Geral da República (PGR).
























