Um dia após 10 mil voluntários desistirem de trabalhar na Olimpíada de Tóquio, a presidente do Comitê Organizador dos Jogos, Seiko Hashimoto, descartou nesta quinta-feira (03) o adiamento ou cancelamento do evento. A declaração foi dada em meio a dúvidas de que a competição possa ocorrer de forma segurança devido à pandemia de covid-19.
Há exatamente 50 dias da abertura, Hashimoto ressaltou que o cancelamento da Olimpíada só ocorreria numa situação extrema, como o impedimento da maioria das equipes de viajar. “Se vários países vivenciarem situações muito sérias e a maioria das delegações não puderem vir, então não poderemos realizar os jogos”, afirmou ao jornal japonês Nikkan Sports.
Pesquisas de opinião tem mostrado que a maioria dos japoneses quer que os Jogos Olímpicos sejam adiados novamente ou cancelados em meio ao aumento de casos de covid-19 e uma lenta campanha de vacinação.
“Não podemos adiar novamente”, acrescentou Hashimoto. Programada para começar em 23 de julho, a Olimpíada, que deveria ocorrer em 2020, já foi adiada por ano devido à pandemia, informou a DW.











