Queiroga diz que não cabe a ele julgar comportamento de Bolsonaro

Ministro Marcelo Queiroga e senador Renan Calheiros
Queiroga cumprimenta o relator Renan Calheiros na chegada na CPI da Covid/Jefferson Rudy/Agência Senado
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O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, depõe neste momento pela segunda vez na CPI da Covid do Senado Federal. Ele disse que recomenda distanciamento social para todos, mas não lhe cabe julgar comportamentos do presidente Jair Bolsonaro. “Sou ministro da Saúde e não censor do presidente da República”, frisou. Sua vinda à CPI foi antecipada após o Brasil anunciar que iria sediar a Copa América, a ser realizada entre junho e julho.

Queiroga disse que a decisão de fazer a Copa América no Brasil não compete ao Ministério da Saúde. Segundo ele, o Ministério da Saúde apenas avaliou os protocolos da CBF e Conmebol, tendo constatado que são seguros para a ocorrência dos jogos.

O ministro está sendo questionado pelo relador, senador Renan Calheiros (MDB-AL), que insiste nas perguntas, pois alega que Queiroga tem fugido das respostas. A sessão está bastante tensa com a interferência de senadores que compõe a tropa de choque do governo na comissão.

O Misto Brasília transmite ao vivo a sessão da CPI da Covid – assista na homepage do site

Antes do início do depoimento do ministro, o presidente da CPI, senador Omar Aziz (PSD-AM) anunciou as datas das oitivas dos governadores: Helder Barbalho (PA), 29-6; Wellington Dias (PI), 30; Ibaneis Rocha (DF), 1-7; Mauro Carlesse (TO), 02; Carlos Moisés (SC), 06; Antônio Garcia (RR), 07; e Waldez Góes (AP), 08.

Aziz adiou a votação de 24 requerimentos previstos para esta terça-feira (08). A apreciação deve ocorrer ainda nesta semana.

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