Na próxima quarta-feira (23), o presidente nacional do Patriota, Adilson Barroso, poderá ser destituído do cargo. A partido está dividido depois que Barroso prometeu a sigla para o presidente Jair Bolsonaro, sem que o assunto sido discutido dentro da agremiação. Nem mesmo a bancada foi ouvida pelo presidente do Patriota.
A reunião vai acontecer num hotel de Brasília e, segundo a fonte consultada pelo Misto Brasília, Barroso teria influência sobre apenas 30% da executiva nacional. O restante 70% seriam os descontentes. Um dos resistentes é o presidente da sigla, Ovasco Resende, sob a alegação de que o Patriota seria totalmente entregue para o grupo político de Bolsonaro.
O descontentamento, no entanto, não é com a filiação de Bolsonaro, mas pela forma como o presidente do Patriotas negociou com o presidente da República. O grupo contrário reclama que foi alijado do processo e quem recebeu todas as vantagens nesta filiação foi Barroso.
Há cerca de duas semanas, o senador Flávio Bolsonaro (RJ) confirmou sua entrada na sigla e disse que irá negociar a filiação de seu pai. Posteriormente, o próprio presidente Bolsonaro disse que sua filiação ao Patriota está quase acertada.
O presidente nacional do Patriota, Adilson Barroso, é o principal articulador para que o presidente feche com a legenda para 2022. No entanto, uma ala liderada pelo vice-presidente da sigla, Ovasco Resende, tem resistido à filiação, sob a alegação de que o Patriota seria totalmente entregue para o grupo político de Bolsonaro. o secretário-O geral do Patriota, Jorcelino Braga, disse que os integrantes do partido não são contrários à possível filiação do presidente.




















