Grupo de policiais que trocou tiros com o bandido era comandado por um major da Casa Militar
A Polícia Militar de Goiás confirmou a morte do foragido Lázaro Barbosa, 32 anos, que há 20 dias se escondia na região de Águas Lindas de Goiás e Cocalzinho, depois de uma fuga do Distrito Federal. A perseguição aconteceu após o assassinato de uma família de quatro membros numa área rural de Ceilândia, no DF.
O grupo de policiais militares que trocou tiros com o bandido era comandado pelo major Edson, que está lotado na Casa Militar do governo de Goiás. Esta informação foi confirmada pelo governador Ronaldo Caiado (DEM-GO). Não há maiores informações das circunstâncias do tiroteio. Ele teria sido alvejado por um tiro de fuzil.
Após o tiroteio, lázaro foi colocado num camburão que foi até a sede da força-tarefa que está instalada numa escola pública municipal do Distrito de Girassol, em Cocalzinho de Goiás. Dali, o corpo foi atirado numa ambulância. É provável que entre o tiroteio e ambulância, Lázaro já tenha morrido.
Lázaro Barbosa foi acusado ao longo de sua vida criminal de dez assassinatos, além de outros crimes, como estupro e roubo. A fuga do bandido foi facilitada porque foi ajudado nesses dias. Um fazendeiro e um caseiro foram presos acusados de dar cobertura ao bandido.
Nesta manhã, a polícia informou que a ex-sogra teria ajudado na fuga. Lázaro teria ficado na casa dela na localidade Mansões Itamaracá, em Águas Lindas de Goiás. Foi a partir deste local que o cerco se fechou.
Ao longo de sua fuga, Lázaro teria provocado três tiroteios. Dois com a polícia e com um caseiro, que atirou à noite contra ele através de um buraco feito na parede da casa. Num desses tiroteios, um policial militar foi atingido de raspão. O bandido também fez durante a fuga um sequestro de uma família, que serviu de escudo para a fuga.
Um caseiro que foi baleado no dia 27 de abril junto com o cunhado durante um assalto a uma chácara em Cocalzinho de Goiás reconheceu Lázaro Barbosa como o autor do crime antes de morrer, segundo a cunhada dele (assista acima). A polícia esteve no local após o crime, enquanto o homem estava vivo, e mostrou uma foto do fugitivo para ele, que acenou positivamente em resposta ao policial.
/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2021/a/E/WTckTRROKfE7ivJAhWPg/lazaro.jpg)


