O objetivo é verificar onde foram aplicados os recursos públicos na saúde desde 2019
A Promotoria de Justiça de Defesa da Saúde (Prosus) fez hoje mais uma tentativa de obter os dados bancários do Instituto de Gestão Estratégica do Distrito Federal (Iges-DF), que podem mostrar irregularidades administrativas e os motivos do buraco financeiro de R$ 250 milhões. Até agora, a Prosus não conseguiu obter informações sobre o destino final dos valores pelo instituto.
O Sistema Integral de Gestão Governamental (Siggo) mostra as transferências efetuadas pela Secretaria de Saúde, mas, após a entrada nas contas do Iges-DF, o sistema não permite o acompanhamento dos gastos. São desconhecidos os dados de 2019 e 2020, além dos balancetes de verificação mensais do exercício de 2021, de janeiro a junho.
Em outra frente, a força-tarefa do Ministério Público busca informações da Secretaria da Saúde para os dados da vacinação contra a Covid-19 no Distrito Federal. Na reunião de hoje, o governo distrital informou que 160 mil unidades da vacina Astrazeneca estão reservadas para aplicação da segunda dose a partir de julho.
Segundo relatos recebidos pela força-tarefa, outra situação que tem atrasado a vacinação é a dificuldade no agendamento eletrônico. De acordo com a secretaria, os idosos ainda não imunizados não precisam marcar pelo sistema. As pessoas com comorbidade, embora devam agendar, podem fazer isso no local de vacinação caso não consigam usar a plataforma online.





















