Faltam medicamentos para combater o câncer no Cacon do DF

Outubro Rosa
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Situação levou o MP a entrar com uma ação para obrigar o governo a repor o estoque

O Instituto de Gestão Estratégica em Saúde do Distrito Federal (Iges-DF) e o governo do Distrito Federal devem ser obrigados a retomar os tratamentos de pacientes do Centro de Assistência de Alta Complexidade em Câncer (Cacon) do Hospital de Base, o único do DF. O pedido foi feito à justiça pela 3ª Promotoria de Justiça de Defesa da Saúde do Ministério Público do Distrito Federal.

A ideia é repor no prazo máximo de dez dias, os estoques de todos os medicamentos e insumos de uso oncológico que estejam em falta. O Sistema Eletrônico de Informações (SEI) demonstra a falta de quatro quimioterápicos essenciais (Carboplatina, Cisplatina, Oxaplatina, Ciclofosfamida), da Dexametasona (pré-medicação de todas as quimioterapias), da Cimetidina e Dexclorfeniramina, as duas últimas utilizadas no preparo de grande parte dos protocolos quimioterápicos.

Também estão desabastecidos outros materiais indispensáveis para o funcionamento dos Serviços de Oncologia e Hemoterapia, como adesivo filme transparente, curativo filme transparente para cateter vascular, torneira descartável, agulhas, cateteres e luvas. O Ministério Público e Defensoria também solicitam que o Iges assegure, no mínimo, três meses de abastecimento de todos os itens citados e apresente um planejamento para que o fluxo de compras e reposição dos estoques seja eficiente. As áreas técnicas deverão ser informadas, semanalmente, acerca das entregas programadas, segundo informou a assessoria do MPDF.


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