Lancha incendiada Lago Corumbá
Lancha que teria sido queimada no Lago Corumbá para obter o dinheiro do seguro/Divulgação/PCDF
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O grupo que tem empresários e um cirurgião dentista, queimou barcos e carros

Oito pessoas foram indiciadas pela Polícia Civil do Distrito Federal na Operação Navio Fantasma. Por dois anos o grupo destruiu e queimou veículos e embarcações para receber o seguro.

A polícia informou nesta manhã que entre os investigados está um cirurgião plástico de Goiânia e cinco empresários de Brasília. Foi solicitada a prisão preventiva dos investigados com parecer favorável do Ministério Público do DF, mas a 2ª. Vara Criminal de Brasília negou.



Segundo as apurações, o grupo forjou cinco acidentes automobilísticos para recebimento do valor do seguro. No total, foram destruídos dez veículos, dois em cada acidente. Entre os veículos destruídos estão três BMW´s, uma Porsche e um Chrysler.

Os acidentes forjados ocorreram no Setor de Clubes Esportivos Sul e na rodovia DF-140, proximidades do Complexo da Papuda, sempre na madrugada. Para dificultar a investigação, os registros dos acidentes eram feitos na Delegacia Eletrônica e os criminosos se revezavam na condição de condutor. A polícia informou também que foram criadas cinco empresas de fachada.

O grupo queimou um barco em dezembro de 2019, às margens do lago Corumbá em Caldas Novas, recebendo da seguradora R$ 750 mil. As investigações também indicaram que outra lancha foi incendiada em fevereiro de 2019 na cidade de Abadiânia. Após o sinistro simulado, os criminosos receberam R$ 200 mil. Também se apurou que o grupo vendeu pelo menos dez fuzis 5.56, ainda não localizados.


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