Estão sendo cumpridos 11 mandados. Os desvios teriam ocorrido no Pdaf entre 2018 e 2020
Os funcionários da Secretaria da Educação foram surpreendidos na manhã desta terça-feira (10) com uma nova operação policial no prédio da pasta. Desta vez, é para apurar supostos desvios de recursos do Programa de Descentralização Administrativa e Financeira (Pdaf). Esses desvios teriam ocorrido entre 2018 e 2020. Atualizado às 08h38
Estão sendo cumpridos 11 mandados de busca e apreensão. Entre os locais de busca, estão a Diretoria de Prestação de Contas (Dipresc/Suag) da Secretaria de Educação e na Coordenação Regional de Ensino de Plano Piloto. Também estão sendo cumpridos em empresas e residências de empresários localizadas na Asa Norte, na Asa Sul, no Guará, em Samambaia, em Sobradinho e em Taguatinga.
Indícios apontam possível emissão de notas fiscais frias por empresas integrantes de esquema criminoso, que recebiam verbas do Pdaf sem fornecer bens ou prestar serviços. De acordo com o Ministério Público do Distrito Federal, que comanda a Operação Quadro Negro, “as diligências visam a obtenção de elementos probatórios que irão subsidiar as investigações em andamento e identificar os demais envolvidos nos desvios de verbas públicas do programa”.
Os promotores de Justiça que trabalham na análise das prestações de contas chamam a atenção dos possíveis envolvidos em atos ilegais na gestão do Pdaf para o fato de que o MPDFT pode avaliar o cabimento de acordos previstos em lei.
A Polícia Civil informou que Os indícios apontaram para possível emissão de notas fiscais frias por empresas integrantes do esquema criminoso, as quais recebiam verbas públicas do Pdaf sem fornecer bens ou prestar serviços.
As diligências visam obtenção de elementos probatórios que irão subsidiar as investigações em andamento, bem como identificar demais envolvidos nos desvios de verbas públicas do Programa. Participaram da ação 60 policiais civis, entre delegados, agentes, escrivães e peritos criminais.























