Ele seria o porta-voz de um grupo que extorquiu R$ 3 milhões de empresários credenciados no Detran
Um oficial da Polícia Militar do Distrito Federal é investigado por supostamente tentar extorquir R$ 3 milhões. Ele seria o porta-voz de um grupo, segundo está sendo apurado na Operação Blackmail deflagrada hoje (05).
O grupo teria extorquido empresários, credenciados pelo Detran, para a realização dos serviços de vistorias veiculares.
Hoje cedo foi cumprido um mandado de busca e apreensão na residência do suspeito no Jardim Botânico. O nome escolhido para a operação, o termo em inglês Blackmail, faz alusão ao significado em português chantagem, extorsão.
O Detran encaminhou uma nota no início da tarde (veja logo abaixo). A PM ainda não mandou sua posiçõe, embora o site tenha solicitado logo pela manhã. A Polícia Civil, que faz as investigações, informou que sob a ameaça de divulgação de documentos que supostamente revelariam irregularidades praticadas pelos empresários no processo de credenciamento junto ao Detran.
Nota do Detran
Logo que tomou conhecimento da existência de supostas irregularidades, a direção-geral do Detran-DF encaminhou ofício à Polícia Civil para dar início às investigações.
Reforçamos que o processo de credenciamento de empresas de vistoria foi completamente transparente e seguiu rigorosos critérios técnicos o que, por sua vez, veio a desagradar uma parcela dos atores anteriormente envolvidos.
O Detran-DF tem trabalhado com conjunto com a Polícia Civil nas investigações.

























