Na tentativa de derrubar o governo também estava preso o primeiro-ministro
Os militares da Guiné-Bissau leais às autoridades conseguiram liberar o presidente e o primeiro-ministro das mãos dos rebeldes que os fizeram reféns, contou à Sputnik um diplomata russo no país. Algumas pessoas envolvidas no ataque contra a residência governamental da Guiné-Bissau foram detidas, confirmou o presidente Umaro Sissoco Embaló em videoconferência.
Em 1º de fevereiro, um grupo de pessoas com roupas civis, armadas com metralhadoras e lança-granadas, atacaram a residência do governo da ex-colônia portuguesa em Bissau, capital do país, onde decorria a reunião do Conselho de Ministros.
“Os rebeldes fizeram reféns o presidente da República, Umaro Sissoco Embaló, e [o primeiro-ministro] Nuno Gomes Nabiam. Após um tiroteio feroz que durou mais de cinco horas, unidades militares leais ao governo conseguiram liberá-los e levá-los para o palácio presidencial”, segundo a embaixada.

















