Crítica foi feita nesta quarta-feira pelo ministro da Defesa da China Wu Qian
A venda de armas a Taiwan pelos Estados Unidos constitui uma interferência aberta nos assuntos internos da China, disse hoje (09), o ministro da Defesa da China, Wu Qian. Ontem (8), a administração americana autorizou a venda de equipamentos e serviços militares a Taiwan no valor de US$ 100 milhões, incluindo a manutenção dos sistemas de mísseis antiaéreos Patriot fabricados nos EUA.
“As vendas de armas dos EUA a Taiwan violam gravemente o princípio da ‘China Única’ […] Isso representa uma interferência flagrante nos assuntos internos chineses e mina a soberania e os interesses da segurança da China”, segundo o comunicado. O ministro acrescentou que as vendas de armas americanas a Taiwan “corroem as relações entre a China e os EUA, bem como entre as forças armadas dos dois países.
A China expressa sua forte indignação e se opõe firmemente a elas”. Wu ressaltou que o país “exorta os EUA a cancelarem de imediato o respetivo plano de venda de armas a Taiwan”, acrescentando que o Exército da China fará todos os esforços para defender a soberania da nação. Além disso, Pequim insta Washington a romper todos os laços com militares taiwaneses.

