Há uma investigação no DF que envolve várias empresas de crédito por supostamente confrontar a lei
O Ministério Público do Distrito Federal iniciou nesta semana uma investigação contra seis financeiras por supostos contratos ilegais que confrontam o Código de Defesa do Consumidor e a Lei Geral de Proteção de Dados. Uma dessas empresas investigadas é a financeira Finamax, que fez uma parceria com a Serasa eCred, que também teria infringido a lei.
Nesta quarta-feira (09), a Finamax avisou em nota assinada pela assessoria de imprensa, que “não trabalha com o produto empréstimo com garantia de celular”. Ontem (08), também a Serasa se defendeu e informou que está à disposição da justiça para esclarecimentos.
A Finamax garante que “trabalha em conformidade com todas as leis”. (Veja a nota logo abaixo). A Promotoria de Defesa do Consumidor do MPDF, garantiu na segunda-feira (07) que as empresas têm dez dias para informar se há autorização da Anatel para bloquear aparelhos celulares.
Nota da Finamax
Sobre o que foi noticiado, a Finamax informa que não trabalha com o produto “Empréstimo com Garantia de Celular”, e que oferece apenas crédito pessoal convencional em plataformas digitais. O bloqueio de aparelhos telefônicos de clientes devedores não é uma prática da empresa.
A Finamax preza por uma atuação baseada na boa conduta ética, e trabalha em conformidade com todas as leis e resoluções do Banco Central para atividades de financeiras, o Código de Defesa do Consumidor e a Lei Geral de Proteção de Dados. Por conta disso, se possível, gostaria que o posicionamento da empresa fosse acrescentado na notícia.

