Decisão foi tomada hoje pelo Conselho Superior de Defesa Nacional do país
Nesta quinta-feira (24), o Conselho Superior de Defesa Nacional de Portugal anunciou parecer favorável do governo para a participação das Forças Armadas do país no que chamou de “manobras de dissuasão” da OTAN (Organização do Tratado do Atlântico Norte) diante dos alegados ataques russos à Ucrânia.
“Com base na posição de princípio expressa pelos órgãos de soberania, […] atendendo à informação analisada, o Conselho deu, por unanimidade, parecer favorável às propostas do Governo para a participação das Forças Armadas portuguesas no âmbito da OTAN” em ações de dissuasão, segundo comunicado da Presidência.
Tais ações preveem “ativação da força-tarefa conjunta de muito alta prontidão [VJTF, na sigla em inglês] e do grupo de forças de acompanhamento inicial [IFFG, na sigla em inglês] para eventual empenhamento nos planos de Resposta Graduada da OTAN” e uma eventual “antecipação do segundo para o primeiro semestre de projeção de uma companhia do Exército para a Roménia”.

























