Repórter-fotográfico mais importante de sua geração morreu nesta madrugada em Brasília
O Teatro Galpão, no Espaço Cultural Renato Russo, será batizado de Teatro Galpão Orlando Brito, numa homenagem a um dos mais importantes fotógrafos brasileiros. O profissional de jornalismo morreu nesta madrugada após ficar internado por vários dias. O velório será nesse sábado (12), na Capela 6 no Cemitério Campo da Esperança, a partir de 9h15.
“Rebatizar o Teatro Galpão com seu nome é dimensionar a importância de Orlando Brito, que fez um recorte profundo da política brasileira por meio de seu olhar e sensibilidade artística”, disse o secretário Bartolomeu Rodrigues, que fez ofício solicitando que o corpo do fotógrafo seja enterrado na “Ala dos Grandes Pioneiros de Brasília”, no Campo de Esperança.
Mineiro de Janaúba, Orlando Brito começou de forma autodidata em 1965, como laboratorista do jornal “Última Hora”, em Brasília. Dois anos depois, já era fotógrafo, emendando uma carreira em grandes redações como “O Globo” e “Veja”.
Em junho, fotos de Orlando Brito abriram o Museu de Arte de Brasília para a visitação depois de 14 anos de abandono. Foram exibidas 18 fotografias, realizadas entre 1966 e 2021, imagens do período da ditadura militar, das “Diretas Já” e da pandemia da Covid-19, informou a assessoria da Secretaria de Cultura e Economia Criativa.


