General da reserva Luna e Silva será substituído. Para o seu lugar está sendo citado Adriano Pires
Na reta final do pregão, os investidores foram pegos de surpresa com a notícia de que o presidente Jair Bolsonaro (PL) decidiu que o general da reserva Joaquim Silva e Luna não deverá continuar na presidência-executiva da Petrobras.
A notícia foi divulgada primeiro pela coluna Radar, na edição online da Veja, às 16h40 (horário de Brasília) desta segunda-feira (28), e chegou a impactar as ações da estatal, que já estavam em queda por conta do dia de baixa do petróleo.
Na mínima do dia, os papéis chegaram a cair 4,09%, a R$ 30,98; contudo, nos minutos seguintes, as ações se recuperaram, ainda que fechando em queda de 2,17%, a R$ 31,60. De acordo com informações da Folha e da Veja, Adriano Pires, atual diretor do Centro Brasileiro de Infraestrutura, está entre os mais cotados para assumir o comando da Petrobras.
As fontes ouvidas pela Reuters citaram que o nome do executivo não está entre os conselheiros indicados pelo governo para formar o novo Conselho de Administração da estatal.
Uma assembleia de acionistas para renovar o conselho foi agendada para o dia 13 de abril. Assim, tal exclusão de Luna de tal lista indica que ele deve deixar comando da Petrobras.
O movimento ocorre após o presidente Bolsonaro expressar descontentamento com uma forte alta dos combustíveis anunciada pela Petrobras no início deste mês. A atuação da estatal e de Luna com o reajuste, inclusive, já tinha elevado os temores de interferência na companhia, segundo o Infomoney.




















