Reajuste de 10,89% deve alterar preços de 13 mil remédios

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Seminário vai discutir o uso de remédios sem prescrição médica/Arquivo
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Novos valores autorizados pelo governo Bolsonaro não devem afetar todos os produtos imediatamente

Os preços dos medicamentos terão um reajuste de 10,89% no País, a partir de 31 de março. Esse foi o índice autorizado pelo governo Jair Bolsonaro (PL) para a recomposição anual de preços dos remédios, segundo informou na noite desta terça-feira (29), o Sindicato dos Produtos da Indústria Farmacêutica (Sindusfarma).

O porcentual de reajuste é definido pela Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (CMED), que é o órgão interministerial responsável pela regulação do mercado de medicamentos. Segundo o Sindusfarma, o aumento dos preços deve atingir cerca de 13 mil apresentações de medicamentos disponíveis no mercado varejista brasileiro, de acordo com o Estadão.



De acordo com o Sindusfarma, 13 mil medicamentos disponíveis no mercado brasileiro podem ser afetados. No entanto, o reajuste “não é automático nem imediato”, informou o sindicato da indústria farmacêutica em nota.

“A grande concorrência entre as empresas do setor regula os preços: medicamentos com o mesmo princípio ativo e para a mesma classe terapêutica (doença) são oferecidos no país por vários fabricantes e em milhares de pontos de venda”, declarou o Sindusfarma. “Dependendo da reposição de estoques e das estratégias comerciais dos estabelecimentos, aumentos de preços podem demorar meses.


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