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Novos presidentes do TJ e do TRE do DF mandam recados

Nova diretoria do Tribunal de Justiça do Distrito Federal/Divulgação

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José Cruz Macedo assumiu o Tribunal de Justiça e Casemiro Belinati, a presidência do Tribunal Regional Eleitoral

O Desembargador José Cruz Macedo foi empossado no cargo de presidente do Tribunal de Justiça do Distrito Federal. Os desembargadores José Jacinto Costa Carvalho, Angelo Passareli e Sérgio Rocha assumiram cargos de corregedor, primeiro vice-presidente e segundo vice-presidente.

O novo presidente do TJ afirmou que é “enorme missão em dar continuidade a uma gestão digna de elevada nota, coroada de êxito e de inúmeras realizações”. Reforçou que “a missão é grandiosa porquanto partimos de alto patamar de eficiência e nosso desafio é manter o nosso Tribunal de Justiça no mais elevado nível de reconhecimento pela sociedade e pelos nossos jurisdicionados”.



No Tribunal Regional Eleitoral do Distrito Federal, tomou posse o desembargador Roberval Casemiro Belinati. Ele venceu a eleição interna por cinco votos contra dois. O desembargador Sebastião Coelho da Silva é o novo vice-presidente e corregedor. A cerimônia realizada ontem (22) foi conduzido pelo decano da Corte, o desembargador Renato Guanabara Leal.

No seu discurso, o presidente empossado do TRE-DF disse que “fake news é crime, a pessoa pode ser presa e ir pra cadeia. Pode pegar uma pena de detenção de dois meses a um ano. Quem tiver mandando notícia falsa, falando mal de candidato, de política, de pessoas, tem que saber que além da cadeia, existe multa.”

TRE DF desembargadores Casemiro Belinati e Coelho da Silva Misto Brasília
Desembargadores Casemiro Belinati e Coelho da Silva na posse no TRE-DF/Divulgação



“Não estamos aqui para censurar nenhum político, nós estamos aqui para servir, para ajudar a todos. E nós queremos eleições limpas, seguras. Queremos festa nessas eleições, não brigas.”

O corregedor Casemiro Belinati afirmou que “um juiz responde a tudo com as suas decisões. Quando o juiz tiver de explicar as suas decisões, alguma coisa não está certa. A Corregedoria, mais que um órgão “punitivo”, deve ser, em primeiro lugar, um órgão orientador. E os magistrados eleitorais não podem ter medo dos políticos.”



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