Izalci sugere que haverá novidades em 20 dias

Bancada federal DF Regufe, Leila, Paula e Izalci Lucas
Reguffe, Leila, Paula Belmonte e Izalci Lucas no ato de filiação da senadora ao Cidadania/Arquivo/Jorge Cury/Misto Brasília
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Ele disse que continuam as negociações para uma frente parlamentar, mas diz que mantém pré-candidatura ao governo

O senador Izalci Lucas (PSDB) afirmou hoje (28) que não deve retirar a sua candidatura, apesar de estar em andamento as negociações em torno de uma frente parlamentar, que tem como protagonistas os senadores José Antonio Reguffe (União Brasil), Leila Barros (PDT) e a deputada federal Paula Belmonte (Cidadania).



Leila já anunciou a sua pré-candidatura ao governo distrital e Paula Belmonte tem comentado que pretende disputar o Senado Federal. Reguffe tem sido apontado como provável candidato ao governo, mas ainda não decidiu seu futuro político,. Seu mandato como senador termina em fevereiro de 2023.

No início desta semana, pessoas próximas a Leila Barros comentaram que até o final desta semana poderia acontecer algum fato político. Certamente favorável à senadora que organiza a campanha majoritária.



O senador Izalci Lucas acredita que até o dia 18 de maio deverá acontecer uma definição do quadro político da oposição para as eleições majoritárias.  O Cidadania e o PSDB entraram no dia 1º de abril com um pedido de registro em cartório da federação partidária firmada entre as legendas. As federações partidárias têm prazo até o dia 31 de maio para obter o registro civil e o registro do estatuto no Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Antes, a resolução da Corte havia estabelecido o dia 1º de março como data final.

O início da primeira quinzena de maio também vem sendo apontada como limite para que o PT defina os critérios para as eleições do DF com o PCdoB e Partido Verde.  Os três registram no último dia 18 o estatuto e o programa da Federação Brasil da Esperança (FE Brasil).



O PSB abriu mão da federação com o PT, mas indicou o candidato a vice-presidente na chapa de Lula da Silva, que é pré-candidato ao Palácio do Planalto. A indicação do ex-governador Geraldo Alckmin, que se filiou ao PSB, deve ter consequências no DF e peso nas eleições proporcionais locais.

A deputada Érika Kokay (PT-DF), disse que no encontro dos 300 delegados. previsto para daqui a duas semanas, é possível que também seja analisado a pré-candidatura do ex-secretário da Educação Rafael Parente ao Palácio do Buriti. Também será levado em conta a pré-candidatura do deputado distrital Leandro Grass (PV).


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