Ferramenta reduz gastos para monitorar fontes de água no DF

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Serrinha do Paranoá tem pelo menos 50 nascentes de água no Lago Norte/Arquivo/Divulgação
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A nova tecnologia foi desenvolvida pela Caesb que analisa a situação de 26 bacias de mananciais

A Companhia de Saneamento Ambiental do Distrito Federal (Caesb) começou a usar os resultados de uma ferramenta tecnológica para monitorar as bacias de mananciais de água. A fotointerpretação e a detecção de mudanças ambientais destacam em um mapa as localidades em que houve alterações na vegetação e no solo.



Os dados são usados pela Gerência de Proteção de Mananciais da companhia para realizar uma análise prévia e decidir se será necessário deslocar uma equipe para realizar uma inspeção in loco. Considerando o deslocamento e custos diretos com a alocação de mão de obra, o sistema atual custou aproximadamente R$ 1,6 milhão. Estima-se que se a solução estivesse em pleno funcionamento no ano passado, o custo do processo poderia ter sido reduzido em até 90%. 

O Distrito Federal possui 26 bacias de mananciais e, atualmente, a Caesb emprega quatro empregados e dois estagiários, em tempo integral, para realizar visitas diárias à essas bacias. O objetivo é identificar as ameaças aos recursos hídricos. O processo de monitoramento das bacias é realizado de forma manual e em loco, o que o torna lento e oneroso.


De acordo com p gerente de Bacias de Mananciais, Henrique Cruvinel, com a entrada em operação dos grandes sistemas produtores de água do Lago Paranoá e do Lago do Corumbá IV, houve a necessidade de se buscar novos recursos tecnológicos de monitoramento, que ajudem a registrar, fotografar e avaliar danos sobre os mananciais de abastecimento público.

“Nossa expectativa é otimizar as vistorias de campo a fim de concentrar os esforços nos “hot spots” (pontos quentes) e nas ocorrências preponderantes”, disse o gerente.

O gerente de Geoprocessamento, Carlos Eduardo Machado Pires, esclarece que a solução não teve custos diretos, pois utiliza softwares que já existem na empresa e imagens de satélites disponibilizadas de forma gratuita por órgãos federais, como o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE).


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