Bolsonaro confirmado como candidato à reeleição e ataca STF

Presidente Jair Bolsonaro Misto Brasília
Bolsonaro é alvo de uma nova investigação na Polícia Federall/Arquivo/Divulgação/PR
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Para não perder o costume, Bolsonaro fez um discurso de ódio e de críticas ao STF

Por Misto Brasília – RJ

A partir deste domingo (24) o presidente Jair Bolsonaro (PL) é oficialmente candidato à reeleição. O seu nome foi homologado na convenção do partido, no Maracanazinho, Rio de Janeiro. O general da reserva Braga Netto foi confirmado como vice na chapa presidencial.



O ato teve a participação de políticos de várias partes do país, incluindo seus apoiadores no Distrito Federal, o governador Ibaneis Rocha (MDB) e o ex-governador José Roberto Arruda (PL) e a sua mulher, a deputada Flávia Bolsonaro (PL). Bolsonaro também elogiou o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), que engavidou quase 150 pedidos de impeachment contra o presidente.

Para não perder o discurso de ódio que caracteriza seu comportamento desde as eleições de 2018, Jair Bolsonaro falou por uma hora. Criticou o Supremo Tribunal Federal. E convocou os bolsonaristas para uma manifestação “pela última vez” no dia 7 de setembro, Dia da Independência do Brasil. No próximo dia 31, deverá haver uma espécie de “esquenta” dessa manifestação, que está sendo convocada por políticos próximos ao presidente.



“Nós somos maioria, nós somos do bem, nós temos liberdade para lutar pela nossa pátria. Convoco todos vocês agora, para que todo mundo, no 7 de setembro, vá as ruas pela última vez.  Esses poucos surdos de capa preta têm que entender o que é a voz do povo. Têm que entender que quem faz as leis é o Poder Executivo e o Legislativo. Todos têm que jogar dentro das quatro linhas da Constituição. Interessa para todos nós. Não queremos o Brasil dominado por outra potência. E temos outras poucas potências de olho no Brasil”.

“Nós, militares, juramos dar a vida pela pátria. Todos vocês aqui juraram dar a vida pela sua liberdade. Eu juro dar a vida pela minha liberdade, repitam. Esse é o nosso Exército. O exército do povo. É o Exército que não admite corrupção, não admite fraude. Que quer transparência, que merece respeito. E que vai ter. Esse é o exército que nos orgulha. O exército de 210 milhões de pessoas”.”Não tenho nem adjetivo para qualificá-lo (Lula) neste momento. Quem sabe num debate, caso ele esteja presente — afirmou o presidente dizendo ainda que Lula iria “legalizar o aborto e as drogas”.



Ele esteve ao lado da primeira-dama, Michelle Bolsonaro, que também discursou. Por 13 minutos falou sobre religião e sobre a facada do marido na campanha eleitoral passada.

“Vocês estão aqui apoiando um projeto de libertação da nação (…) Quando eu cheguei na Santa Casa e vi meu marido na maca, eu olhei para o teto do hospital e falei ‘o senhor tem controle de todas as coisas’. (…) Essa nação é rica, é próspera. Ela só foi mal administrada. Deus ama essa nação”, disse.



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